sábado, 6 de fevereiro de 2010

VILA DO CONDE

Cidade  e sede de Concelho do norte litoral de Portugal, banhada pelo Atlântico e com o Rio Ave a sul, tem  nas suas origens, referências milenares. Assim visitar Vila do Conde é conhecer 18 kms de praias, vários monumentos históricos e aldeias rurais.
Comecemos por um dos marcos mais importantes a nivel de estruturas antigas. Falo do aqueduto de Vila do Conde.


Este aqueduto mandado construir pela entidade monarca de Santa Clara de Vila do Conde por volta do sec. XIV, veio por fim á falta de água no mosteiro de Santa Claro. Foi construido com o intuito de abastecer o mosteiro de água a partir de uma fonte localizada em Terroso (Póvoa de varzim) até ao Mosterio de Santa Clara.
 Inicialmente foi construido com cerca de 999 arcos perfieitos, porém em 1794, alguns desses arcos foram destruidos devido á passagem de um furacão que assolou a região. Já no sec. XX, procedeu- se á classificação de Monumento Nacional.







Uma vez que o aqueduto finaliza no Mosteiro de Santa Clara, Vamos conhecê-lo um pouco melhor.
Este mosteiro foi mandado edificar por D. Afonso Sanches, sendo este filho bastardo de D. Dinis, em 1318.
Deste património edificado, resta apenas a igreja de Santa Clara, onde se encontram alguns túmulos importantes, como o de D. Beatriz, filha do beato D. Nuno Alvares pereira e dos Condes de Cantanhede.
Após o decreto liberal de extinção de ordens religiosas, a vida no convento foi-se apagando lentamente até chegar a seu fim em 1892, com a morte da sua ultima freira.
 Já recentemente foi assinado um contrato com vista a transformar o convento em Pousada de Portugal.





Estas duas construções são as mais conhecidas da cidade de vila do conde, porém, existem mais marcos da história da cidade.

Azenha quinhentista, um dos poucos exemplares que ainda existem em Portugal.


Forte de S. João Batista.
Construido no final do sec. XVI, teve como função a defesa do porto do rio Ave, tendo perdido o seu valor militar, após o fim da guerra civil em 1834. Actualmente, funciona como uma unidade hoteleira.



Capela da Nossa Senhora da Guia.
Esta capela já existiria em 953, sendo referenciada apenas em 1059. Para alé da sua utilização religiosa, era inicialmente um ponto de apoio para a defesa da barra maritima.


Ponte D. Zameiro.
A sua construção data dos séculos XII-XIII, establecendo a ligação entre Bagunte e Macieira da Maia.


Azenha de D. Zameiro.

Vila do Conde é conhecido não só pelas suas construções históricas, mas também por ser um dos lugares mais concorridos no verão para se fazer praia. Como referi no inicio, este concelho usufrui de 18 km de praia banhado pelo oceano atlântico, oferecendo várias zonas balneares, bem como os respectivos apoios de praia.





Posto isto, é altura de finalizar com algumas imagens da cidade.






É com uma belissima imagem da foz do rio Ave que me despeço, esperando que tenham gostado de conhecer esta cidade.
Felicidades e até breve.

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

VILA REAL

A cidade de Vila Real está situada a cerca de 450 metros de altitude, sobre a margem direita do rio Corgo, um dos afluentes do Douro. Localiza-se num planalto rodeado de altas montanhas, em que avultam as serras do Marão e do Alvão.

O Concelho de Vila Real, sem prejuízo da feição urbana da sua sede, mantém características rurais bem marcadas. Dois tipos de paisagem dominam: a zona mais montanhosa das Serras do Marão e da Alvão, separadas pela terra verdejante e fértil do Vale da Campeã, e, para o Sul, com a proximidade do Douro, os vinhedos em socalco.
Aqui está representado o centro histórico de Vila Real.





Sé catedral de Vila Real.







Jardim da Carreira.


Homenagem a Camilo Castelo Branco



Adro da Igreja do Calvário




As escavações arqueológicas realizadas na Vila Velha, no âmbito do plano de pormenor do Programa Polis para esta área, apresentam como consequência mais evidente a criação do Museu da Vila Velha - um novo equipamento cultural, instalado num edifício da autoria do Arquitecto António Belém Lima, que vem enriquecer o panorama museológico local.

Aqui se poderão percorrer, ao longo dos próximos anos, os frutos das escavações realizadas e a realizar na Vila Velha, permitindo um conhecimento cada vez mais profundo da ocupação deste território e, por consequência, das origens de Vila Real.


Aqui estão algumas peças expostas neste museu.
Esta é uma imagem da Senhora da desterro.






Grande parte dos objectos expostos, pertencem á idade do Bronze Final.
Aqui estõa representadas uma Mó, um vaso possivelmente usado num contexto funerário de incineração,vários objectos desde adereços a ferraments usadas no antigamente.





Este museu também relembra memórias mais recentes, como as antigas tabernas que existiam abundantemente, num passado mais próximo, onde actualmente existem poucas que seobrevivam ao desenvolvimento da terra.


O museu de vila velha está também apetrechado de uma sala de conferências e de uma biblioteca onde podemos consultar a história de Vila Real através de livros ou de computdores com acesso á internet.




Uma vez percorrida a cidade, estava na altura de conhecermos a outra vertente do concelho. Dirigimo-nos para o Parque Natural da Serra do Alvão.
O Parque Natural do Alvão, é uma Área Protegida possuidora de vasto património natural e cultural, que resulta na existência de imensos locais de grande interesse, para quem gosta do contacto directo com a natureza.
A Serra do Alvão, paredes meias com o Marão, é uma área com formações xistosas de silúrico de grande interesse paisagístico. Estas razões, associadas à abundância e diversidade da avifauna, riqueza e variedade da flora e vegetação e interesse da arquitectura levaram à classificação da Serra do Alvão como Parque Natural.
Aqui podemos admirar a barragem do Alvão, um excelente local para a prática de pesca e para quem gostar, existem vários itinerários pedestres.








Sem duvida, uma excelente cidade para se conhecer em todas as vertentes.

terça-feira, 8 de setembro de 2009

CAMINHA

Está no topo de Portugal, um concelho que oferece todo o tipo de atracções para passar bons tempos. Podemos apreciar um bom dia de praia ou um belo passeio pelos montes, conhecendo aldeias com riqissimas histórias. Esta é a minha parte preferida, passear pelos montes é algo que me satisfaz, pois por algumas horas nos livramos do stress causado pela confusão do dia a dia da cidade.
Aqui está a aldeia de Arga S. João.

Esta terá sido fundada, em 661, por São Frutuoso, sofrendo, na Idade Média, obras de restauro levadas a cabo pelos frades beneditinos.
Esta freguesia remonta as suas origens à data da fundação do Mosteiro de São João de Arga, na qual está representada nestas imagens.






Ao lado do mosteiro, podemos deliciar-nos com as águas frescas do rio Coura, que ali passa livremente sem que haja destruição por parte do homem. Um excelente local também para podermos fazer um belo descanso á sombra das árvores.



Seguindo em frente, passamos pela aldeia de Arga de Cima, cujas atracções turísticas são compostas pela igreja paroquial e pela capela de Santo Alto, mais conhecida pelo Santo do Chocalho.









Uma vez estando no concelho de Caminha, não podia deixar de admirar a beleza da foz do Rio Minho, observando-o através de um dos vários miradouros que a cidade oferece. Observa-se do outro lado do rio, já em terras de Espanha o Monte de Santa Tecla.


Aqui fica mais um belo passeio. Espero que gostem e se divirtam.